11 de fevereiro de 2009
Seguro enchente
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) confirmou que a cobertura contra enchentes já faz parte do seguro compreensivo básico de automóvel na maior parte das seguradoras. No período das chuvas (entre dezembro e fevereiro), as companhias chegam a registrar um aumento de 25¨% nos casos de sinistro. Somente este ano, os pedidos de indenização decorrentes de alagamentos, com perda parcial ou total, subiu 30%, de acordo com dados divulgados pela Porto Seguro. No entanto, o motorista só é indenizado após minuciosa avaliação da seguradora, que deve comprovar que não houve uma agravamento de risco desnecessário, como atravessar uma rua alagada onde outros carros falharam, exemplificou o diretor de Automóvel da Porto Seguro, Marcelo Sebastião.
12 de janeiro de 2009
Dpvat em 2008
Os números do Seguro Dpvat no ano de 2008 indicam que os acidentes de trânsito estão crescendo e a preocupação maior continua sendo com os veículos de duas rodas. O balanço, realizado pela Seguradora Líder-Dpvat, que administra o Seguro Dpvat, mostra que foram pagas 18.055 indenizações por morte em acidentes envolvendo motocicletas, o que representou 32% dos pagamentos por óbito no período. Em valores, essas indenizações chegaram a mais de R$ 255 milhões.
Ao todo, ou seja, incluindo todas as categorias de veículos cobertas pelo Seguro Dpvat, como carros, ônibus e caminhões, foram pagas 57.116 indenizações por mortes em 2008, somando um total de R$ 785,3 milhões. Outro fator que chama a atenção é o aumento crescente das indenizações por invalidez permanente. Em 2008 foram pagas 89.474 indenizações, das quais 63%, ou seja, 56.213 são referentes a acidentes com motocicletas. Os carros de passeio também tiveram peso nas indenizações do Seguro Dpvat. Ao todo foram pagas 94.020 indenizações. Quase a metade dos pagamentos deveu-se a reembolsos de despesas médicas (38.864), seguidos por casos de morte (29.248) e invalidez permanente (25.908). O valor total das indenizações por morte, invalidez e reembolso de despesas médicas decorrentes de acidentes de trânsito teve aumento de cerca de 17% no comparativo entre os exercícios de 2007 e de 2008. Também houve acréscimo de 7,8% na quantidade de sinistros reclamados em 2008.
Ao todo, ou seja, incluindo todas as categorias de veículos cobertas pelo Seguro Dpvat, como carros, ônibus e caminhões, foram pagas 57.116 indenizações por mortes em 2008, somando um total de R$ 785,3 milhões. Outro fator que chama a atenção é o aumento crescente das indenizações por invalidez permanente. Em 2008 foram pagas 89.474 indenizações, das quais 63%, ou seja, 56.213 são referentes a acidentes com motocicletas. Os carros de passeio também tiveram peso nas indenizações do Seguro Dpvat. Ao todo foram pagas 94.020 indenizações. Quase a metade dos pagamentos deveu-se a reembolsos de despesas médicas (38.864), seguidos por casos de morte (29.248) e invalidez permanente (25.908). O valor total das indenizações por morte, invalidez e reembolso de despesas médicas decorrentes de acidentes de trânsito teve aumento de cerca de 17% no comparativo entre os exercícios de 2007 e de 2008. Também houve acréscimo de 7,8% na quantidade de sinistros reclamados em 2008.
7 de janeiro de 2009
Seguro ficaria 30% mais barato com autopeça “independente”
O seguro de automóveis e o valor das franquias poderiam ser até 30% menores se as seguradoras e segurados tivessem a oportunidade de utilizar peças produzidas por fabricantes independentes. A afirmação é do diretor da Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças (Anfape), Roberto Monteiro, acrescentando que vem crescendo no país o número de motoristas que, no caso de acidentes, em vez de acionarem o seguro preferem assumir o prejuízo, devido ao elevado valor da franquia, muitas vezes superior ao montante pago às oficinas particulares. “Providenciar o próprio reparo do automóvel muitas vezes sai mais barato do que apelar para a seguradora e pagar a franquia”, enfatiza Roberto Monteiro. Ele ressalta que as seguradoras não têm culpa por essa situação. Segundo recente levantamento feito pela Anfape, as autopeças originais são sensivelmente mais caras do que as alternativas oferecidas pelo mercado independente de reposição. “Se compararmos o valor das peças que mais precisam de reparo em uma colisão, veremos que a diferença entre os preços das concessionárias e a dos praticados pelos varejistas que comercializam peças do mercado independente poderia ser utilizada em favor do segurado repassando a economia gerada pela utilização de peças similares às originais no preço do seguro e no valor da franquia. Essa diferença é que possibilita aos consumidores, a exemplo dos remédios, procurar cada vez mais por peças genéricas e dificilmente optar pelas peças originais nos balcões das concessionárias”, explica o diretor da entidade. Roberto Monteiro observa ainda não basta apenas as seguradoras concordarem com o uso das peças produzidas pelo mercado independente. Na avaliação dele, teria de haver uma mudança na legislação que desobrigasse as seguradoras a utilizar somente autopeças originais no reparo dos veículos segurados. “Caso houvesse essa mudança, o segurado, quando da contratação do seguro, teria o direito de escolher entre as originais e as fabricadas pelo mercado independente, diminuindo assim o custo de seguro e o preço da franquia”, frisa.
29 de dezembro de 2008
Suzuki prevê fusão de montadoras
As montadoras japonesas podem se juntar, formando três grandes empresas, num cenário em que o agravamento da recessão mundial afetaria a demanda por veículos, disse Osamu Suzuki, presidente da Suzuki Motor Corp., a segunda maior fabricante de minicarros do Japão. ''A crise enfrentada pelas Três Grandes dos EUA vai atingir mais tarde o Japão, como um tsunami, provavelmente por volta de julho ou agosto do ano que vem'''', disse Suzuki."''A indústria automobilística do Japão, que atualmente consiste de mais de dez empresas, pode se consolidar em três grandes''.'''' A Suzuki reduziu a produção em 10% no mês passado. As vendas de veículos no Japão no ano que vem podem cair ao nível mais baixo em 31 anos.
10 de dezembro de 2008
Sinistros de D&O devem alcançar US$ 9,6 bilhões
Sinistros por reclamações de seguros de D&O (responsabilidade civil de executivos) devem alcançar US$ 9,6 bilhões depois da crise, aponta pesquisa. Pelas projeções, percebe-se o crescimento de ações judiciais por funcionários demitidos pós-crise, alegando práticas trabalhistas desleais, bem como por acionistas minoritários ou clientes, também reclamando de práticas abusivas ou desleais contra os executivos de diversas companhias.
Segundo Gustavo Cunha Mello, professor Funenseg, a crise também afeta o Brasil de forma indireta na restrição do ressegurador externo às renovações e contratações deste seguro, e de forma direta com ações contra companhias brasileiras gerando sinistros nas apólices. "Os investidores americanos também estão processando a Sadia e a Aracruz pelas decisões por aplicações financeiras em derivativos cambiais, gerando um prejuízo de até 25% do montante investido."
Para Mello, os acionistas minoritários do Citibank e da GM também devem se manifestar. Mello diz que o volume de prêmio no ramo deve crescer devido ao aumento do preço no mercado de seguro internacional, já que todo seguro D&O é ressegurado, e que as taxas dos seguros D&O tendem a subir 40%. "Se a empresa tem ação na Bolsa, piora."
As seguradoras brasileiras que contratam este risco são: ACE, Zurich, Unibanco, Bradesco e Chubb. Após a crise de outubro, o mercado se fechou, muitos clientes não conseguem renovar suas apólices com reajuste. "O fato não é mais o custo, mas se conseguirá fazer o seguro e a procura por proteção coma crise vai aumentar."
Segundo Gustavo Cunha Mello, professor Funenseg, a crise também afeta o Brasil de forma indireta na restrição do ressegurador externo às renovações e contratações deste seguro, e de forma direta com ações contra companhias brasileiras gerando sinistros nas apólices. "Os investidores americanos também estão processando a Sadia e a Aracruz pelas decisões por aplicações financeiras em derivativos cambiais, gerando um prejuízo de até 25% do montante investido."
Para Mello, os acionistas minoritários do Citibank e da GM também devem se manifestar. Mello diz que o volume de prêmio no ramo deve crescer devido ao aumento do preço no mercado de seguro internacional, já que todo seguro D&O é ressegurado, e que as taxas dos seguros D&O tendem a subir 40%. "Se a empresa tem ação na Bolsa, piora."
As seguradoras brasileiras que contratam este risco são: ACE, Zurich, Unibanco, Bradesco e Chubb. Após a crise de outubro, o mercado se fechou, muitos clientes não conseguem renovar suas apólices com reajuste. "O fato não é mais o custo, mas se conseguirá fazer o seguro e a procura por proteção coma crise vai aumentar."
5 de dezembro de 2008
Prudential pede ajuda ao governo dos EUA
A Prudential Financial, segunda maior seguradora norte-americana no ramo Vida, está pedindo ajuda financeira ao governo dos EUA. A companhia quer uma injeção de dinheiro do fundo criado pelo Departamento do Tesouro do país, mas ainda não é certo se o pedido será atendido. Para levantar capital, a Prudential também planeja vender a participação que possui no Wachovia Securities para o Wells Fargo & Co. "A preocupação diz respeito a perdas em investimentos futuros, considerando o cenário econômico de 2009", informou o analista da Fitch Ratings, Douglas Meyer.
Essa notícia vai um pouco de encontro com a carta divulgada pelo presidente da Prudential do Brasil aqui.
https://www.prudentialdobrasil.com.br/docs/CartaBillClientes.pdf
Essa notícia vai um pouco de encontro com a carta divulgada pelo presidente da Prudential do Brasil aqui.
https://www.prudentialdobrasil.com.br/docs/CartaBillClientes.pdf
4 de dezembro de 2008
Seguradoras devem indenizar cerca de R$1 bi em Santa Catarina
As chuvas em Santa Catarina trazem prejuízos estimados em R$ 1 bilhão para as seguradoras, segundo pesquisa do corretor de seguros e professor da Funenseg, Gustavo Cunha Mello. As maiores perdas serão nos seguros de automóveis, de até R$ 600 milhões – baseado em Blumenau e Itajaí, os municípios mais afetados, com aproximadamente 27 mil veículos segurados em 2008. No empresarial as perdas podem chegar a R$ 333 milhões, já que 66% das apólices têm garantia de lucros cessantes por paralisação acidental na sua produção. No residencial os prejuízos devem chegar a R$ 40 milhões. No agronegócio, o prejuízo com as lavouras de feijão é estimado em R$ 124 milhões – dos 70 mil produtores catarinenses, 80% foram atingidos.
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