1 de setembro de 2009
6 de agosto de 2009
Itaú Unibanco unifica seguros para empresas
Com reformulação, serviço amplia coberturas e oferece benefícios dos dois bancos a todos os clientes
O grupo Itaú Unibanco anunciou nesta quarta-feira (5) a unificação dos produtos de seguros patrimoniais para empresas da seguradora a partir do dia 10 de agosto. Os clientes terão novas coberturas e benefícios antes oferecidos separadamente.
O novo seguro empresarial Itaú terá uma gama maior de coberturas disponíveis para contratação, atendendo às necessidades gerais de clientes pessoa jurídica e também de nichos específicos, como coberturas para veículos em estacionamento e de responsabilidade civil para bares e restaurantes. A empresa poderá, também proteger até 100 locais de risco em uma única apólice.
Com a reformulação, os corretores de seguros terão uma vantagem adicional: o seguro empresarial terá limite para contratação automática de até 5 milhões de reais em importância segurada, o que garante maior autonomia e agilidade para negociação com clientes. O produto também oferece assistência 24 horas para todas as apólices.
O grupo Itaú Unibanco anunciou nesta quarta-feira (5) a unificação dos produtos de seguros patrimoniais para empresas da seguradora a partir do dia 10 de agosto. Os clientes terão novas coberturas e benefícios antes oferecidos separadamente.
O novo seguro empresarial Itaú terá uma gama maior de coberturas disponíveis para contratação, atendendo às necessidades gerais de clientes pessoa jurídica e também de nichos específicos, como coberturas para veículos em estacionamento e de responsabilidade civil para bares e restaurantes. A empresa poderá, também proteger até 100 locais de risco em uma única apólice.
Com a reformulação, os corretores de seguros terão uma vantagem adicional: o seguro empresarial terá limite para contratação automática de até 5 milhões de reais em importância segurada, o que garante maior autonomia e agilidade para negociação com clientes. O produto também oferece assistência 24 horas para todas as apólices.
21 de julho de 2009
Seguro de carro sobe até 40% em São Paulo
Seguro de carro sobe até 40% em São Paulo, diz sindicato
LUCIANA LAZARINI do Agora
O preço dos seguros de carros novos e usados está até 40% mais alto neste mês do que em junho em São Paulo, segundo o diretor do Sincor-SP (sindicato dos corretores de seguros do Estado), Orlando Filipe de Gouveia. Ante o mesmo período de 2008, a alta chegou a 30%.
O reajuste, que variou de 10% a 40%, pesou mais para os proprietários de veículos antigos. Um dos que tiveram a maior alta foi o Uno Mille 2003.
Já para os carros zero, o aumento médio do seguro foi de 15% entre julho de 2008 e julho deste ano. Os reajustes podem chegar para os novos clientes e para quem renova o contrato.
Segundo o Sincor-SP, o gasto com o conserto de carros novos (em caso de batida) é menor.
Um dos motivos que explicam a alta é a queda da Selic. Para Gouveia, as seguradoras aplicam o dinheiro em operações que variam segundo os juros. Com a taxa menor, elas tiveram lucros menores.
O diretor técnico de automóveis da Associação Paulista de Corretores de Seguros, Miguel Ângelo Fiori, diz que julho é o mês em que o mercado de seguros costuma remarcar os preços. "De uma forma geral, os seguros sofreram reajuste desde 1º deste mês, mas não há influência direta da taxa de juros."
Os preços podem aumentar mais se a Selic, hoje em 9,25% ao ano, for reduzida novamente amanhã, na reunião do Copom --a expectativa é que ocorra o último corte da taxa neste ano, que deve passar para 8,75%.
Para o diretor da Porto Seguro, Marcelo Sebastião, se a Selic cair de novo, os preços podem ser reajustados.
Peças
Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi a falta de peças de reposição para os carros, segundo o Sincor-SP. "Os fabricantes não estão repondo as peças."
Segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), não há limite para o reajuste nesse mercado, mas os preços têm de estar claros no contrato entre a seguradora e o cliente.
LUCIANA LAZARINI do Agora
O preço dos seguros de carros novos e usados está até 40% mais alto neste mês do que em junho em São Paulo, segundo o diretor do Sincor-SP (sindicato dos corretores de seguros do Estado), Orlando Filipe de Gouveia. Ante o mesmo período de 2008, a alta chegou a 30%.
O reajuste, que variou de 10% a 40%, pesou mais para os proprietários de veículos antigos. Um dos que tiveram a maior alta foi o Uno Mille 2003.
Já para os carros zero, o aumento médio do seguro foi de 15% entre julho de 2008 e julho deste ano. Os reajustes podem chegar para os novos clientes e para quem renova o contrato.
Segundo o Sincor-SP, o gasto com o conserto de carros novos (em caso de batida) é menor.
Um dos motivos que explicam a alta é a queda da Selic. Para Gouveia, as seguradoras aplicam o dinheiro em operações que variam segundo os juros. Com a taxa menor, elas tiveram lucros menores.
O diretor técnico de automóveis da Associação Paulista de Corretores de Seguros, Miguel Ângelo Fiori, diz que julho é o mês em que o mercado de seguros costuma remarcar os preços. "De uma forma geral, os seguros sofreram reajuste desde 1º deste mês, mas não há influência direta da taxa de juros."
Os preços podem aumentar mais se a Selic, hoje em 9,25% ao ano, for reduzida novamente amanhã, na reunião do Copom --a expectativa é que ocorra o último corte da taxa neste ano, que deve passar para 8,75%.
Para o diretor da Porto Seguro, Marcelo Sebastião, se a Selic cair de novo, os preços podem ser reajustados.
Peças
Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi a falta de peças de reposição para os carros, segundo o Sincor-SP. "Os fabricantes não estão repondo as peças."
Segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), não há limite para o reajuste nesse mercado, mas os preços têm de estar claros no contrato entre a seguradora e o cliente.
1 de julho de 2009
Exemplo de sinistro de RC
Achei no Terra. Exemplo clássico de sinistro de RC. Corretores, olha a oportunidade de mercado aí !
"Hotel terá que pagar R$ 35mil a casal atingido por espelho
A Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o Hotel Barão da Taquara a pagar R$ 35 mil a um casal por danos morais. Em abril de 2006, Romildo Pereira dos Santos e Silvanilda Oliveira da Costa sofreram lesões pelo corpo quando o espelho do quarto onde estavam hospedados caiu sobre eles.
Romildo receberá R$ 20 mil e a companheira, R$ 15 mil já que, conforme o laudo de corpo de delito, os ferimentos nele foram considerados mais graves. Uma análise do Instituto de Criminalística Carlos Éboli concluiu que a madeira que servia de suporte ao vidro espelhado estava corroída por cupins."
"Hotel terá que pagar R$ 35mil a casal atingido por espelho
A Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o Hotel Barão da Taquara a pagar R$ 35 mil a um casal por danos morais. Em abril de 2006, Romildo Pereira dos Santos e Silvanilda Oliveira da Costa sofreram lesões pelo corpo quando o espelho do quarto onde estavam hospedados caiu sobre eles.
Romildo receberá R$ 20 mil e a companheira, R$ 15 mil já que, conforme o laudo de corpo de delito, os ferimentos nele foram considerados mais graves. Uma análise do Instituto de Criminalística Carlos Éboli concluiu que a madeira que servia de suporte ao vidro espelhado estava corroída por cupins."
5 de junho de 2009
25 de maio de 2009
Valor do tratamento não pode ser limitado pelo plano de saúde, decide STJ
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os planos de saúde não podem limitar o valor do tratamento e de internações de seus associados. O entendimento foi fixado por unanimidade pelos ministros da 4ª Turma do STJ, na última quinta-feira (21), mas a decisão só foi divulgada nesta segunda (25).
Para o ministro Aldir Passarinho Junior, relator de processo no qual familiares de um paciente de São Paulo contestaram decisão do Tribunal de Justiça paulista, a limitação do valor é mais lesiva até que a restrição do tempo de internação. Sobre esse assunto, o STJ possui uma súmula de jurisprudência, que destaca como abusiva a cláusula contratual que limita o período de internação hospitalar do segurado. No processo julgado na semana passada, o STJ atendeu ao pedido dos familiares do paciente internado por 30 dias em 1996 cuja seguradora se negou a arcar com os custos excedentes ao valor previsto no contrato, de 2.895 Ufesp (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo).
Com a decisão, os ministros determinaram que o valor seja integralmente pago pelo plano de saúde. Em seu voto, o relator Aldir Passarinho destacou que, da mesma forma que não se tem lógica determinar contratualmente o prazo de recuperação do paciente, não se pode limitar o custo do tratamento médico-hospitalar. Ele acrescentou que não há dúvida de que limitar o valor do tratamento “é lesivo ao segurado, pois reduz a eficácia do tratamento”.
Para o ministro Aldir Passarinho Junior, relator de processo no qual familiares de um paciente de São Paulo contestaram decisão do Tribunal de Justiça paulista, a limitação do valor é mais lesiva até que a restrição do tempo de internação. Sobre esse assunto, o STJ possui uma súmula de jurisprudência, que destaca como abusiva a cláusula contratual que limita o período de internação hospitalar do segurado. No processo julgado na semana passada, o STJ atendeu ao pedido dos familiares do paciente internado por 30 dias em 1996 cuja seguradora se negou a arcar com os custos excedentes ao valor previsto no contrato, de 2.895 Ufesp (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo).
Com a decisão, os ministros determinaram que o valor seja integralmente pago pelo plano de saúde. Em seu voto, o relator Aldir Passarinho destacou que, da mesma forma que não se tem lógica determinar contratualmente o prazo de recuperação do paciente, não se pode limitar o custo do tratamento médico-hospitalar. Ele acrescentou que não há dúvida de que limitar o valor do tratamento “é lesivo ao segurado, pois reduz a eficácia do tratamento”.
8 de abril de 2009
Cobertura - RC Familiar
Uma cobertura de RC Familiar resolveria a questão abaixo ! Simples !
"Menino atropelado recebe cobrança por quebrar parabrisas do carro
Cobrança revoltou Tracey Scott, mãe do jovem de 12 anos.Empresa de seguros quer que ele pague 150 libras (quase R$ 500).
Do G1, em São Paulo
Sam Scott, de 12 anos, e sua mãe Tracey mostram a carta com a cobrança.
Se não bastasse ter se machucado após ser atropelado enquanto andava de bicicleta, o estudante britânico Sam Scott, de 12 anos, pode ser processado pela companhia de seguros do motorista por ter quebrado o parabrisas do veículo, segundo o jornal inglês "Daily Mail". O adolescente recebeu uma cobrança de 150 libras (quase R$ 500). A companhia disse ainda que pode levar o caso para a Justiça se ele não pagar a quantia. O acidente aconteceu em 22 de setembro do ano passado em North Shields (Reino Unido). A cobrança revoltou Tracey Scott, mãe do jovem. "Estou muito furiosa. Nunca ouvi nada parecido antes. É terrível que as pessoas estejam solicitando dinheiro das crianças", afirmou Tracey ao "Daily Mail". No dia do acidente, Sam chegou a ser levado para o hospital, mas não sofreu ferimentos graves. Mas mal se recuperou das lesões, ele recebeu uma carta exigindo que ele pagasse 150 libras para cobrir parte do custo do seguro do condutor. "Eu não posso acreditar que a empresa consideraria processar uma criança de 12 anos", afirmou Tracey. "Mas, na semana passada, ele recebeu uma carta dizendo que, se não mandasse um cheque no prazo de 10 dias, ele seria processado", acrescentou ela.
O porta-voz da empresa "Direct Line" disse que, em acidentes em que menores estão envolvidos, a prática habitual da companhia é comunicar os pais da criança. No entanto ele reconheceu que isso não foi seguido no caso envolvendo Sam Scott."
"Menino atropelado recebe cobrança por quebrar parabrisas do carro
Cobrança revoltou Tracey Scott, mãe do jovem de 12 anos.Empresa de seguros quer que ele pague 150 libras (quase R$ 500).
Do G1, em São Paulo
Sam Scott, de 12 anos, e sua mãe Tracey mostram a carta com a cobrança.
Se não bastasse ter se machucado após ser atropelado enquanto andava de bicicleta, o estudante britânico Sam Scott, de 12 anos, pode ser processado pela companhia de seguros do motorista por ter quebrado o parabrisas do veículo, segundo o jornal inglês "Daily Mail". O adolescente recebeu uma cobrança de 150 libras (quase R$ 500). A companhia disse ainda que pode levar o caso para a Justiça se ele não pagar a quantia. O acidente aconteceu em 22 de setembro do ano passado em North Shields (Reino Unido). A cobrança revoltou Tracey Scott, mãe do jovem. "Estou muito furiosa. Nunca ouvi nada parecido antes. É terrível que as pessoas estejam solicitando dinheiro das crianças", afirmou Tracey ao "Daily Mail". No dia do acidente, Sam chegou a ser levado para o hospital, mas não sofreu ferimentos graves. Mas mal se recuperou das lesões, ele recebeu uma carta exigindo que ele pagasse 150 libras para cobrir parte do custo do seguro do condutor. "Eu não posso acreditar que a empresa consideraria processar uma criança de 12 anos", afirmou Tracey. "Mas, na semana passada, ele recebeu uma carta dizendo que, se não mandasse um cheque no prazo de 10 dias, ele seria processado", acrescentou ela.
O porta-voz da empresa "Direct Line" disse que, em acidentes em que menores estão envolvidos, a prática habitual da companhia é comunicar os pais da criança. No entanto ele reconheceu que isso não foi seguido no caso envolvendo Sam Scott."
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