Deputado quer obrigatoriedade de seguro de vida para empregados
O deputado federal Dr. Nechar (PP-SP) apresentou projeto de lei que obriga todas as empresas inscritas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda (CNPJ) a contratarem seguro de vida para seus empregados. O texto também estabelece que "a concessão do seguro de vida ao funcionário dar-se-á obrigatoriamente mediante a intermediação de corretor de seguros devidamente habilitado". O parlamentar propõe ainda que as empresas figurem nas apólices como estipulantes. Pelo projeto, o seguro de vida deverá garantir capital segurado não inferior a 40 salários mínimos, limitado ao valor equivalente a 250 salários mínimos vigentes. As empresas já inscritas no CNPJ terão prazo de um ano para se adequarem a essa lei, caso seja aprovada. As despesas com a contratação do seguro de vida poderão ser abatidas no imposto de renda anual.
5 de novembro de 2009
9 de outubro de 2009
Seguro de carro pode ter novas regras
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou dois projetos de lei que coíbem abusos das seguradoras de veículos, protegendo os direitos do proprietário do carro. Os projetos foram elaborados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou supostas irregularidades praticadas por operadoras de seguro e foram aprovados em sessão extraordinária realizada na noite da última quarta-feira.
O PL 445/2009, sugerido pelo deputado Fernando Capez à CPI, proíbe que as seguradoras imponham aos segurados uma relação de oficinas reparadoras credenciadas como condição para o conserto no caso de veículos sinistrados. A proposta determina que as seguradoras deverão informar aos segurados o direito de livre escolha da oficina, o que deverá constar nos contratos.
“O que acontece hoje, por exemplo, é que, após um acidente, a seguradora apresenta uma relação de apenas quatro oficinas da capital que são credenciadas. Só que existem cerca de 18 mil opções para o dono do carro. O Código de Defesa do Consumidor é claro ao dizer que o cliente tem o direito de escolha”, explica Capez. A empresa que descumprir a lei poderá pagar multa entre 100 e 1.000 Ufesps (correspondente a R$ 1.585 e R$ 15.850, respectivamente) por ocorrência - em caso de reincidência, o valor da multa dobra.
Já o PL 446/2009 pretende impor maior rigor no sistema de controle dos veículos acidentados e reduzir vários crimes. Segundo Capez, a CPI se deparou com vários casos em que o veículo sinistrado sofre uma destruição total (mais de 75% dos danos), mas a seguradora informa que houve perda parcial. Depois, vende a carcaça com documentação como se fosse carro - e não como ferro-velho. “Quem compra um carro completamente destruído? Aquele que está em busca do documento (e não do carro) para encomendar o furto de veículo parecido e adulterá-lo”, justifica Capez.
Para impedir isso, a proposta determina que as seguradoras deverão registrar e comunicar (no prazo máximo de 60 dias) ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) todas as ocorrências de sinistro. A empresa deverá informar, inclusive, se o veículo (ou parte dele) será recuperado para futuramente ser comercializado ou leiloado.
A seguradora que descumprir a lei ficará sujeita à multa de 2000 Ufesps (R$ 31.700) e cassação da inscrição estadual, no caso de reincidência. Agora, os projetos serão encaminhados para sanção ou veto do governador.
O PL 445/2009, sugerido pelo deputado Fernando Capez à CPI, proíbe que as seguradoras imponham aos segurados uma relação de oficinas reparadoras credenciadas como condição para o conserto no caso de veículos sinistrados. A proposta determina que as seguradoras deverão informar aos segurados o direito de livre escolha da oficina, o que deverá constar nos contratos.
“O que acontece hoje, por exemplo, é que, após um acidente, a seguradora apresenta uma relação de apenas quatro oficinas da capital que são credenciadas. Só que existem cerca de 18 mil opções para o dono do carro. O Código de Defesa do Consumidor é claro ao dizer que o cliente tem o direito de escolha”, explica Capez. A empresa que descumprir a lei poderá pagar multa entre 100 e 1.000 Ufesps (correspondente a R$ 1.585 e R$ 15.850, respectivamente) por ocorrência - em caso de reincidência, o valor da multa dobra.
Já o PL 446/2009 pretende impor maior rigor no sistema de controle dos veículos acidentados e reduzir vários crimes. Segundo Capez, a CPI se deparou com vários casos em que o veículo sinistrado sofre uma destruição total (mais de 75% dos danos), mas a seguradora informa que houve perda parcial. Depois, vende a carcaça com documentação como se fosse carro - e não como ferro-velho. “Quem compra um carro completamente destruído? Aquele que está em busca do documento (e não do carro) para encomendar o furto de veículo parecido e adulterá-lo”, justifica Capez.
Para impedir isso, a proposta determina que as seguradoras deverão registrar e comunicar (no prazo máximo de 60 dias) ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) todas as ocorrências de sinistro. A empresa deverá informar, inclusive, se o veículo (ou parte dele) será recuperado para futuramente ser comercializado ou leiloado.
A seguradora que descumprir a lei ficará sujeita à multa de 2000 Ufesps (R$ 31.700) e cassação da inscrição estadual, no caso de reincidência. Agora, os projetos serão encaminhados para sanção ou veto do governador.
16 de setembro de 2009
Bradesco recua e Banco do Brasil negocia com SulAmérica
O Bradesco recuou na negociação com a SulAmérica e permitiu que o Banco do Brasil avançasse na negociação para a compra da seguradora, a segunda maior do setor no país.
Segundo foi apurado pela imprensa, o valor da negociação gira em torno de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões, a depender do desenho que vier a ser fechado. Exemplo: se a SulAmérica irá manter ou não a gestão da empresa.
O Bradesco tirou o pé do acelerador por questão de preço e por querer comprar apenas com garantia de controle da gestão. Já o Banco do Brasil, a exemplo de negociação que fez com o Banco Votorantim, não descarta gestão compartilhada.
fonte: Folha de São Paulo
Segundo foi apurado pela imprensa, o valor da negociação gira em torno de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões, a depender do desenho que vier a ser fechado. Exemplo: se a SulAmérica irá manter ou não a gestão da empresa.
O Bradesco tirou o pé do acelerador por questão de preço e por querer comprar apenas com garantia de controle da gestão. Já o Banco do Brasil, a exemplo de negociação que fez com o Banco Votorantim, não descarta gestão compartilhada.
fonte: Folha de São Paulo
1 de setembro de 2009
6 de agosto de 2009
Itaú Unibanco unifica seguros para empresas
Com reformulação, serviço amplia coberturas e oferece benefícios dos dois bancos a todos os clientes
O grupo Itaú Unibanco anunciou nesta quarta-feira (5) a unificação dos produtos de seguros patrimoniais para empresas da seguradora a partir do dia 10 de agosto. Os clientes terão novas coberturas e benefícios antes oferecidos separadamente.
O novo seguro empresarial Itaú terá uma gama maior de coberturas disponíveis para contratação, atendendo às necessidades gerais de clientes pessoa jurídica e também de nichos específicos, como coberturas para veículos em estacionamento e de responsabilidade civil para bares e restaurantes. A empresa poderá, também proteger até 100 locais de risco em uma única apólice.
Com a reformulação, os corretores de seguros terão uma vantagem adicional: o seguro empresarial terá limite para contratação automática de até 5 milhões de reais em importância segurada, o que garante maior autonomia e agilidade para negociação com clientes. O produto também oferece assistência 24 horas para todas as apólices.
O grupo Itaú Unibanco anunciou nesta quarta-feira (5) a unificação dos produtos de seguros patrimoniais para empresas da seguradora a partir do dia 10 de agosto. Os clientes terão novas coberturas e benefícios antes oferecidos separadamente.
O novo seguro empresarial Itaú terá uma gama maior de coberturas disponíveis para contratação, atendendo às necessidades gerais de clientes pessoa jurídica e também de nichos específicos, como coberturas para veículos em estacionamento e de responsabilidade civil para bares e restaurantes. A empresa poderá, também proteger até 100 locais de risco em uma única apólice.
Com a reformulação, os corretores de seguros terão uma vantagem adicional: o seguro empresarial terá limite para contratação automática de até 5 milhões de reais em importância segurada, o que garante maior autonomia e agilidade para negociação com clientes. O produto também oferece assistência 24 horas para todas as apólices.
21 de julho de 2009
Seguro de carro sobe até 40% em São Paulo
Seguro de carro sobe até 40% em São Paulo, diz sindicato
LUCIANA LAZARINI do Agora
O preço dos seguros de carros novos e usados está até 40% mais alto neste mês do que em junho em São Paulo, segundo o diretor do Sincor-SP (sindicato dos corretores de seguros do Estado), Orlando Filipe de Gouveia. Ante o mesmo período de 2008, a alta chegou a 30%.
O reajuste, que variou de 10% a 40%, pesou mais para os proprietários de veículos antigos. Um dos que tiveram a maior alta foi o Uno Mille 2003.
Já para os carros zero, o aumento médio do seguro foi de 15% entre julho de 2008 e julho deste ano. Os reajustes podem chegar para os novos clientes e para quem renova o contrato.
Segundo o Sincor-SP, o gasto com o conserto de carros novos (em caso de batida) é menor.
Um dos motivos que explicam a alta é a queda da Selic. Para Gouveia, as seguradoras aplicam o dinheiro em operações que variam segundo os juros. Com a taxa menor, elas tiveram lucros menores.
O diretor técnico de automóveis da Associação Paulista de Corretores de Seguros, Miguel Ângelo Fiori, diz que julho é o mês em que o mercado de seguros costuma remarcar os preços. "De uma forma geral, os seguros sofreram reajuste desde 1º deste mês, mas não há influência direta da taxa de juros."
Os preços podem aumentar mais se a Selic, hoje em 9,25% ao ano, for reduzida novamente amanhã, na reunião do Copom --a expectativa é que ocorra o último corte da taxa neste ano, que deve passar para 8,75%.
Para o diretor da Porto Seguro, Marcelo Sebastião, se a Selic cair de novo, os preços podem ser reajustados.
Peças
Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi a falta de peças de reposição para os carros, segundo o Sincor-SP. "Os fabricantes não estão repondo as peças."
Segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), não há limite para o reajuste nesse mercado, mas os preços têm de estar claros no contrato entre a seguradora e o cliente.
LUCIANA LAZARINI do Agora
O preço dos seguros de carros novos e usados está até 40% mais alto neste mês do que em junho em São Paulo, segundo o diretor do Sincor-SP (sindicato dos corretores de seguros do Estado), Orlando Filipe de Gouveia. Ante o mesmo período de 2008, a alta chegou a 30%.
O reajuste, que variou de 10% a 40%, pesou mais para os proprietários de veículos antigos. Um dos que tiveram a maior alta foi o Uno Mille 2003.
Já para os carros zero, o aumento médio do seguro foi de 15% entre julho de 2008 e julho deste ano. Os reajustes podem chegar para os novos clientes e para quem renova o contrato.
Segundo o Sincor-SP, o gasto com o conserto de carros novos (em caso de batida) é menor.
Um dos motivos que explicam a alta é a queda da Selic. Para Gouveia, as seguradoras aplicam o dinheiro em operações que variam segundo os juros. Com a taxa menor, elas tiveram lucros menores.
O diretor técnico de automóveis da Associação Paulista de Corretores de Seguros, Miguel Ângelo Fiori, diz que julho é o mês em que o mercado de seguros costuma remarcar os preços. "De uma forma geral, os seguros sofreram reajuste desde 1º deste mês, mas não há influência direta da taxa de juros."
Os preços podem aumentar mais se a Selic, hoje em 9,25% ao ano, for reduzida novamente amanhã, na reunião do Copom --a expectativa é que ocorra o último corte da taxa neste ano, que deve passar para 8,75%.
Para o diretor da Porto Seguro, Marcelo Sebastião, se a Selic cair de novo, os preços podem ser reajustados.
Peças
Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi a falta de peças de reposição para os carros, segundo o Sincor-SP. "Os fabricantes não estão repondo as peças."
Segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), não há limite para o reajuste nesse mercado, mas os preços têm de estar claros no contrato entre a seguradora e o cliente.
1 de julho de 2009
Exemplo de sinistro de RC
Achei no Terra. Exemplo clássico de sinistro de RC. Corretores, olha a oportunidade de mercado aí !
"Hotel terá que pagar R$ 35mil a casal atingido por espelho
A Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o Hotel Barão da Taquara a pagar R$ 35 mil a um casal por danos morais. Em abril de 2006, Romildo Pereira dos Santos e Silvanilda Oliveira da Costa sofreram lesões pelo corpo quando o espelho do quarto onde estavam hospedados caiu sobre eles.
Romildo receberá R$ 20 mil e a companheira, R$ 15 mil já que, conforme o laudo de corpo de delito, os ferimentos nele foram considerados mais graves. Uma análise do Instituto de Criminalística Carlos Éboli concluiu que a madeira que servia de suporte ao vidro espelhado estava corroída por cupins."
"Hotel terá que pagar R$ 35mil a casal atingido por espelho
A Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o Hotel Barão da Taquara a pagar R$ 35 mil a um casal por danos morais. Em abril de 2006, Romildo Pereira dos Santos e Silvanilda Oliveira da Costa sofreram lesões pelo corpo quando o espelho do quarto onde estavam hospedados caiu sobre eles.
Romildo receberá R$ 20 mil e a companheira, R$ 15 mil já que, conforme o laudo de corpo de delito, os ferimentos nele foram considerados mais graves. Uma análise do Instituto de Criminalística Carlos Éboli concluiu que a madeira que servia de suporte ao vidro espelhado estava corroída por cupins."
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