13 de agosto de 2010

Seguros: empresas acreditam que venda on-line será possível em três anos

fonte: Infomoney


SÃO PAULO - Em aproximadamente três anos, o consumidor poderá comprar, renovar, cotar preços de seguros, entre outros serviços, por meio da internet. Ao menos é o que acreditam 63% das seguradoras ouvidas para um levantamento da Accenture, empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing.
De acordo com a pesquisa, que ouviu 125 empresas do setor de seguros de 25 países, incluindo o Brasil, até 2013, as seguradoras pretendem investir cerca de US$ 84 milhões em novas estratégias de distribuição e vendas, especialmente em tecnologias móveis, marketing digital, integração de canais de vendas e mídias sociais.

Apesar disso, apenas 21% das empresas de seguros acham possível ter esses mesmos serviços disponíveis em dispositivos móveis no mesmo período.

Novas tecnologias

Dentre os motivos apontados pelas seguradoras para o investimento em outros canais de distribuição e vendas está o surgimento das novas tecnologias, citado por 85% dos entrevistados.

A necessidade dos clientes ficou em segundo lugar, com 84% das indicações, seguida pelas novas regras no segmento de seguro e a importância da consultoria de venda para os produtos e serviços de seguro, com 81% das citações cada.

"Aumentar o investimento em canais de vendas com tecnologias móveis - para aproveitar o crescente uso de smartphones - e em marketing digital - para criar oportunidades para influenciar a escolha do cliente - é necessário, mas não é suficiente nos dias de hoje (..) Como os consumidores possuem necessidades distintas, eles buscam cada vez mais ofertas em múltiplos canais para determinar o que lhes é mais adequado. As seguradoras possuem o desafio de desenvolver estratégias diferenciadas para cada canal e, assim, combinar serviços, produtos e preços", disse o líder mundial da prática de seguros da Accenture, Serge Callet.

Investimentos

No geral, 63% das seguradoras não consideram o seu modelo de distribuição de venda atual como vantagem competitiva.

Dessa forma, três em cada quatro seguradoras, ou 75%, afirmam que estão desenvolvendo iniciativas com canais independentes, como corretores, assessorias financeiras, entre outros. Já 73% das empresas entrevistadas acreditam que o desenvolvimento de ferramentas especializadas e suporte pós-vendas sejam o foco principal do negócio.

Outros 66% das seguradoras acreditam que o treinamento para os corretores seja o ponto principal para otimizar a venda, enquanto que 64% preferem investir em ferramentas especializadas, principalmente de tecnologia e suporte pós-venda.

1 de abril de 2010

Casal gasta mais de R$ 81 mil em carro que não pode circular

Veículo comprado no Reino Unido é todo cromado e, por ser muito suscetível a riscos e danos, nenhuma seguradora quer cobrir o carro, que está proibido de rodar sem seguro

Um marido inglês muito atencioso decidiu presentear sua esposa no Dia dos Namorados com um carro muito exclusivo, mas acabou com o “espelho mais caro do Reino Unido” na mão, como ele mesmo definiu.

Ian Grice deu para sua mulher um Mini Cooper todo cromado, que custou 30 mil libras (equivalente a mais de R$ 81 mil). O problema é que, segundo o jornal britânico Daily Mail, nenhuma seguradora quer o casal como cliente.

Todas as empresas alegam que o carro cromado é muito “sensível”, super suscetível a riscos e danos. Além do que, tais danificações seriam extremamente caras para se reparar.

O problema é que no Reino Unido é obrigatório que o carro esteja segurado para poder circular, o que deixa o casal com um veículo nada discreto estacionado em definitivo na garagem.

8 de março de 2010

Inflação do carro chega a 5,03% em 12 meses, a maior em três anos

da Folha Online, 08/03/2010

Os gastos com veículos subiram acima da inflação média nos últimos 12 meses, atingindo 5,03% até fevereiro de 2010, aponta pesquisa da FGV (Fundação Getúlio Vargas) --a maior alta dos últimos três anos. No mesmo período, a variação do IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor de Mercado) ficou em 4,72%.

De acordo com a Fundação, a compra e a manutenção do veículo comprometem cerca de 7% do orçamento familiar. Esse número pode variar dependendo do número de veículos que a família tem e de outros aspectos como distância percorrida por dia e hábitos de dirigir.

Entre os destaques de alta, está o álcool combustível, com aumento de 29,48% no último ano, seguro facultativo (14,34%) e lavagem e lubrificação (10,93%). Ainda entre os combustíveis, a gasolina registrou alta de 3,90%, enquanto o diesel e o gás natural veicular tiveram deflação no período, de 5,04% e 8,77%, respectivamente.

Os preços de aquisição dos veículos também caíram nos últimos 12 meses: para comprar um veículo novo, o consumidor deve desembolsar agora 0,36% a menos; no caso dos automóveis usados, a diferença no preço é bem maior, de 8,54%.

18 de fevereiro de 2010

Estrago das chuvas provoca corrida a seguradoras em SP

Data: 18.02.2010 - Fonte: Folha de S. Paulo | Cotidiano | SP

Ocorrências com automóveis e residências segurados aumentaram em média 30%
Além dos transtornos com carros e imóveis alagados, muitos paulistanos tiveram problemas também para contatar suas seguradoras

As fortes chuvas em São Paulo têm provocado uma corrida às seguradoras. As ocorrências de sinistro em seguros de automóveis e residências aumentaram em média 30% na capital em janeiro, em comparação com o mesmo mês no ano passado, segundo o Sindicato de Corretores de Seguros local.

"É um aumento muito expressivo, que deve ser compensado com uma alta nos preços das apólices", avalia o presidente da entidade, Leoncio Arruda.

Além dos transtornos com carros e imóveis alagados, muitos paulistanos tiveram problemas também para contatar suas seguradoras. Foi o caso da jornalista Guta Campos, cuja casa, em Perdizes, zona oeste, teve um muro desbarrancado na madrugada de 21 de janeiro.

Naquela manhã, ela ligou 11 vezes para a Itaú Seguros e chegou a esperar 40 minutos na linha, enquanto os atendentes transferiam a ligação, que insistia em cair. "Só consegui ser atendida e registrar a ocorrência no dia seguinte", diz Guta.

"Foram muitas chamadas. Nossa linha telefônica ficou sobrecarregada e não suportou tanta demanda [por causa da chuva]", justificou Lauriberto Tavares, diretor de serviços da Itaú Seguros Auto e Residência.

A empresa registrou aumento de 50% nas chamadas para assistência em residência no mês de janeiro, em comparação com o ano passado, em decorrência das chuvas. De 4.000 em 2009, foi para 6.000 em 2010. Já as chamadas para automóveis saltaram de 15 mil para 21 mil. Os casos de perda total de carros provocadas por enchentes saltaram de 21 em janeiro do ano passado para 68, no mesmo período deste ano.

Ele afirma que a empresa estuda medidas para diminuir os impactos das chuva sobre os negócios. "Queremos criar um novo tipo de serviço, como mandar mensagens por celular para nossos clientes informando locais que podem sofrer enchente para que possam desviar do trajeto", disse Tavares.

Na Sulamérica, o crescimento no atendimento a ocorrências em seguro residencial por danos elétricos, tipo de questão diretamente ligada à incidência de chuvas, foi de 79%, comparando dezembro de 2008 com o mesmo mês em 2009. Já em janeiro, o aumento foi de 42%.

Os bairros mais afetados foram Brooklin, Vila Mariana, Tatuapé, Santana e Butantã.

Já a Bradesco Seguros registrou em janeiro aumento de cerca de 30% em atendimentos emergenciais nos seguros de automóveis, em virtude dos alagamentos. A companhia fez mais de 90 remoções de veículos enguiçados em um único dia de enchente no município. No caso de seguros residenciais o aumento foi de 15%.

Sócio da Jopema Reguladora de Sinistros, empresa que realiza perícia para mais de 20 seguradoras, Claudio Massa também tem números alarmantes. O trabalho dobrou em janeiro deste ano, em comparação com o ano passado. De 600 foi para 1.200 vistorias em imóveis residenciais e comerciais.

Os motivos são danos elétrico em decorrência de queda de raio e oscilações no fornecimento de energia elétrica, destelhamento por causa de vendaval e alagamento.

9 de fevereiro de 2010

Seguradoras atendem 5 mil casos de carros alagados em janeiro em SP

Data: 09.02.2010 - Fonte: G1, com informações do SPTV

Aumento é de 80% em relação a janeiro de 2009.
Cerca de 2.500 não puderam ser recuperados.

Os quase 50 dias de temporais provocaram um aumento do número de carros considerados perdidos pelas seguradoras. Cerca de 2.500 não puderam ser recuperados. E quando o estrago tem conserto, a conta é de abalar qualquer orçamento.

O conserto de carros atingidos pelas enchentes em uma oficina mecânica aumentou 20% em apenas um mês. E arrumar um carro que ficou debaixo d'água não sai nada barato.

“Hoje, na faixa de R$ 4 mil. Tem retífica, troca de peças, anel, pistão, bomba de óleo, de junta, tudo mais. Tem que se mexer em banco, carpetes, em portas”, disse o mecânico Walter Santos.

Isso sem contar o desespero do motorista, que viveu a situação em várias regiões da cidade. Carros que quase sumiam na água ou cobertos por árvores caídas.

O seguro total cobre danos provocados pelas chuvas e pelos ventos fortes. Em janeiro, as seguradoras atenderam cinco mil casos desse tipo na capital, um aumento de 80%, comparando com janeiro do ano passado. Mas o motorista precisa ficar atento para não perder os direitos de cobertura.

“Em todos os casos aonde a água pegar o veículo está coberto, a seguradora paga. Agora, se ele enfrentar a água, ele for de encontro popositalmente aonde os outros não estão indo, se a seguradora souber, ela não vai pagar esse acidente. E também não deve retirar o veículo do local, porque senão vai parecer que é uma fraude”, afirmou Leôncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros.

Se o preço do conserto ultrapassar 75% do valor do carro, a seguradora considera perda total e aí nem precisa ir para a oficina: o dono recebe outro veículo. Foi o que aconteceu em quase a metade dos casos atendidos de quem tinha seguro e ficou no meio do temporal.

Segundo o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo, tantas ocorrências devem inflacionar o mercado, o que deverá se refletir no aumento do preço do seguro. Se o carro for atingido por uma árvore ou um raio, o seguro também pode ser acionado.

4 de janeiro de 2010

Itaú Unibanco vende fatia na Allianz Seguros

Data: 04.01.2010 - Fonte: Brasil Econômico | ÚLTIMA HORA | BR

O Itaú Unibanco vendeu sua participação de 14,025% na Allianz Seguros para a Allianz SouthAmerica por R$ 109 milhões.

A transação foi fechada dia 29.12, segundo comunicado do banco enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O pagamento está previsto para janeiro de 2010.

A Allianz Seguros é a oitava maior seguradoras de automóveis do país e também tem atuação relevante em seguro patrimonial. Conforme a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Allianz Seguros tem um patrimônio líquido (PL) ajustado de R$ 452,16 milhões.

O grupo alemão tem hoje no Brasil 1,4 mil colaboradores, 60 filiais e 16 mil corretores. Pretende avançar tambémna gestão de recursos - a Allianz Global Investors está fechando contrato comdistribuidores no Brasil e quer iniciar atuação em 2010.

O Itaú ressaltou em nota que "não espera que essa operação acarrete efeitos relevantes nos resultados do exercício social". O banco surpreendeu o mercado em agosto, quando se associou à Porto Seguro.

1 de dezembro de 2009

Governo divulga lista dos veículos mais poluidores vendidos no Brasil


O Ministério do Meio Ambiente divulgou nesta terça-feira uma lista que pontua os veículos vendidos no Brasil de acordo com o grau de emissão de gases poluentes. Os 402 carros --todos produzidos em 2009-- receberam pontuação de uma a cinco estrelas, em que quanto menor a poluição maior a quantidade de estrelas.



Veja, abaixo, os dez veículos mais poluidores, de acordo com o Ministério:

VW JETTA VARIANT 2.5 (CCC) GASOLINA
VW JETTA 2.5 (CCC) GASOLINA
PSA/PEUGEOT 407 SSD A 2.0 2.0 L GASOLINA
PSA/PEUGEOT 407 SW 2.0 2.0 L GASOLINA
PSA/PEUGEOT 407 2.0 2.0 L GASOLINA
PSA/PEUGEOT 407SW20SA ALL 2.0 L GASOLINA
PSA/PEUGEOT 407SD20SA ALL 2.0 L GASOLINA
PSA/CITROËN PICASSO 20CONF A 2.0 L GASOLINA
PSA/CITROËN PICASSO II 20GLXA 2.0 L GASOLINA
PSA/CITROËN PICASSO II 20EXCA 2.0 L GASOLINA
PSA/CITROËN XSARA PICASSO EXA 2.0 L GASOLINA

fonte: FolhaSP, 01-12-09