Os bairros de Perdizes, Pinheiros e Lapa lideram as estatísticas de furtos de veículos na capital. No caso de Perdizes, foram 175 ocorrências no mês de abril, 71 a mais do que no mês anterior.
30 de maio de 2011
28 de dezembro de 2010
Grupo rouba 15 carros em estacionamento na zona oeste de SP
28/12/2010 - 13h02
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Um grupo de aproximadamente 20 criminosos roubou aproximadamente 15 carros em um estacionamento na rua Doutor Miranda de Azevedo, no bairro da Vila Pompeia, zona oeste de São Paulo, na noite de segunda-feira (27), de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública).
O dono do estacionamento não soube dizer a quantidade exata de carros roubados, nem os modelos ou placas.
Segundo a secretaria, um funcionário do estabelecimento informou à Polícia Militar que um homem em carro Vectra preto com vidros escuros entrou no estacionamento e perguntou o preço. Durante o atendimento, cerca de 20 homens entraram e anunciaram o assalto. Dois dos criminosos estavam armados, informou a SSP.
No total, foram levados cerca de 15 veículos, dois celulares e R$ 300. Um Gol prata que foi roubado na ação foi encontrado minutos depois.
O caso foi registrado no 7º DP (Lapa).
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Um grupo de aproximadamente 20 criminosos roubou aproximadamente 15 carros em um estacionamento na rua Doutor Miranda de Azevedo, no bairro da Vila Pompeia, zona oeste de São Paulo, na noite de segunda-feira (27), de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública).
O dono do estacionamento não soube dizer a quantidade exata de carros roubados, nem os modelos ou placas.
Segundo a secretaria, um funcionário do estabelecimento informou à Polícia Militar que um homem em carro Vectra preto com vidros escuros entrou no estacionamento e perguntou o preço. Durante o atendimento, cerca de 20 homens entraram e anunciaram o assalto. Dois dos criminosos estavam armados, informou a SSP.
No total, foram levados cerca de 15 veículos, dois celulares e R$ 300. Um Gol prata que foi roubado na ação foi encontrado minutos depois.
O caso foi registrado no 7º DP (Lapa).
2 de dezembro de 2010
Médicos credenciados elegem piores planos de saúde
Fonte: Estadão
Pesquisa divulgada ontem revela quais são os piores planos de saúde na opinião dos médicos credenciados. Mais de 90% dos 2.184 entrevistados em todo o País disseram sofrer interferência das operadoras em sua autonomia profissional. Para esses médicos, os principais problemas são a recusa de pagamento de consultas e procedimentos realizados (78%), pressão para reduzir o número de exames (75%) e restrições a doenças pré-existentes (70%).
Citada em todas as sete categorias, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) se destacou como a operadora que mais interfere na autonomia do médico. A Amil, mencionada em cinco aspectos, é a segunda marca com maior presença. Bradesco Saúde é lembrado entre os planos que mais interferem em período de internação pré-operatório, restrições para doenças pré-existentes e atos diagnósticos e terapêuticos mediante a designação de auditores. Já a Sul América está na primeira posição em recusa de pagamento de procedimentos, ao lado de Cassi e Amil.
Tendo como referência uma escala de 0 a 10, os médicos atribuíram, em média, nota 5 para as operadoras. O levantamento foi feito pelo Datafolha a pedido da Associação Paulista de Medicina (APM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB). Foram entrevistados médicos que tenham trabalhado com, no mínimo, três planos ou seguros saúde nos últimos cinco anos. A margem de erro é de cinco pontos porcentuais para mais ou para menos.
Os resultados são similares aos de uma pesquisa feita no Estado de São Paulo e divulgada pela APM em setembro. "Até as operadoras citadas são as mesmas. Parece haver uma conduta generalizada de algumas empresas", afirma Jorge Curi, presidente da entidade. Para ele, os dados revelados na pesquisa e a mobilização de diversas especialidades médicas para reivindicar reajustes na remuneração paga aos médicos são sinais de que o sistema de saúde suplementar está entrando em colapso.
Respostas
A Sul America diz que participa dos debates liderados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) sobre os modelos de remuneração dos prestadores de serviços. A Cassi diz estar surpresa com os resultados, pois, segundo relatório da ANS, os valores pagos por ela aos médicos estão alinhados com a média de mercado. Ressalta ainda que pesquisa realizada com usuários apontou 88% de satisfação. A Amil diz oferecer os melhores recursos na gestão da saúde de seus beneficiários e cumprir as determinações da ANS. Procurado, Bradesco Saúde não se manifestou.
Pesquisa divulgada ontem revela quais são os piores planos de saúde na opinião dos médicos credenciados. Mais de 90% dos 2.184 entrevistados em todo o País disseram sofrer interferência das operadoras em sua autonomia profissional. Para esses médicos, os principais problemas são a recusa de pagamento de consultas e procedimentos realizados (78%), pressão para reduzir o número de exames (75%) e restrições a doenças pré-existentes (70%).
Citada em todas as sete categorias, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) se destacou como a operadora que mais interfere na autonomia do médico. A Amil, mencionada em cinco aspectos, é a segunda marca com maior presença. Bradesco Saúde é lembrado entre os planos que mais interferem em período de internação pré-operatório, restrições para doenças pré-existentes e atos diagnósticos e terapêuticos mediante a designação de auditores. Já a Sul América está na primeira posição em recusa de pagamento de procedimentos, ao lado de Cassi e Amil.
Tendo como referência uma escala de 0 a 10, os médicos atribuíram, em média, nota 5 para as operadoras. O levantamento foi feito pelo Datafolha a pedido da Associação Paulista de Medicina (APM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB). Foram entrevistados médicos que tenham trabalhado com, no mínimo, três planos ou seguros saúde nos últimos cinco anos. A margem de erro é de cinco pontos porcentuais para mais ou para menos.
Os resultados são similares aos de uma pesquisa feita no Estado de São Paulo e divulgada pela APM em setembro. "Até as operadoras citadas são as mesmas. Parece haver uma conduta generalizada de algumas empresas", afirma Jorge Curi, presidente da entidade. Para ele, os dados revelados na pesquisa e a mobilização de diversas especialidades médicas para reivindicar reajustes na remuneração paga aos médicos são sinais de que o sistema de saúde suplementar está entrando em colapso.
Respostas
A Sul America diz que participa dos debates liderados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) sobre os modelos de remuneração dos prestadores de serviços. A Cassi diz estar surpresa com os resultados, pois, segundo relatório da ANS, os valores pagos por ela aos médicos estão alinhados com a média de mercado. Ressalta ainda que pesquisa realizada com usuários apontou 88% de satisfação. A Amil diz oferecer os melhores recursos na gestão da saúde de seus beneficiários e cumprir as determinações da ANS. Procurado, Bradesco Saúde não se manifestou.
4 de novembro de 2010
Seguro de carro para pessoas com até 25 anos encareceu 20%, em média, em 2010
SÃO PAULO - Quem tem entre 18 e 25 anos de idade pagou mais caro para contratar uma apólice de seguro para veículos entre 2009 e 2010, segundo dados apurados pela EMB Consultoria.
De acordo com o levantamento da empresa, neste ano, este público desembolsou, em média, 20% mais na hora de proteger o automóvel. O motivo, conforme explica o consultor da EMB, Marcelo Figueiredo, é o perfil do condutor.
"São pessoas com menos experiência de direção, que dirigem mais durante a noite, entre outras coisas (...) Contudo, algumas seguradoras já estão dando de descontos de até 2% para quem faz, por exemplo, curso de direção defensiva".
O segundo grupo com maior aumento, ainda com base nos dados da EMB, foi o das pessoas de 36 a 40 anos, cuja alta ficou entre 5% e 7%.
O que encarece um seguro?
De acordo com especialistas, morar perto de bares, restaurantes, faculdades, entre outros locais, pode ser um fator de encarecimento do seguro de automóvel. Isso porque estes locais possuem grande concentração de veículos expostos, o que, por sua vez, favorece a ação de bandidos, aumentando, assim, o índice de roubos da região e, consequentemente, o valor do seguro.
Além disso e do perfil do segurado (se é homem ou mulher, solteiro ou não, idade …), outras variáveis também impactam bastante, como o local de trabalho do segurado e o modelo do veículo.
De acordo com o levantamento da empresa, neste ano, este público desembolsou, em média, 20% mais na hora de proteger o automóvel. O motivo, conforme explica o consultor da EMB, Marcelo Figueiredo, é o perfil do condutor.
"São pessoas com menos experiência de direção, que dirigem mais durante a noite, entre outras coisas (...) Contudo, algumas seguradoras já estão dando de descontos de até 2% para quem faz, por exemplo, curso de direção defensiva".
O segundo grupo com maior aumento, ainda com base nos dados da EMB, foi o das pessoas de 36 a 40 anos, cuja alta ficou entre 5% e 7%.
O que encarece um seguro?
De acordo com especialistas, morar perto de bares, restaurantes, faculdades, entre outros locais, pode ser um fator de encarecimento do seguro de automóvel. Isso porque estes locais possuem grande concentração de veículos expostos, o que, por sua vez, favorece a ação de bandidos, aumentando, assim, o índice de roubos da região e, consequentemente, o valor do seguro.
Além disso e do perfil do segurado (se é homem ou mulher, solteiro ou não, idade …), outras variáveis também impactam bastante, como o local de trabalho do segurado e o modelo do veículo.
27 de outubro de 2010
Idade mínima para Previdência será medida eficaz no longo prazo, diz especialista
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa (com 60 anos ou mais), que respondia por 7,9% da população brasileira em 1992, passou a responder por 11,4% em 2009. Baseada nisso, o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), sugeriu mudanças no sistema de Previdência, e entre as sugestões está uma revisão da idade mínima para aposentadoria e o fim das compulsórias.
Segundo o economista da Corretora Nunes & Grossi, Keyton Pedreira, estipular uma idade mínima para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) seria uma medida mais eficaz no longo prazo. "Entendo que é uma discussão técnica e política, já que não é uma solução popular, mas vai dar mais sustentabilidade à Previdência", disse. Isto por que a medida de elevação da idade mínima para a aposentadoria compulsória, para 65 anos, atingiria um percentual muito pequeno da população, de forma que não representaria uma diferença substancial nas contas da Previdência.
A coordenadora de População e Cidadania do Instituto, Ana Amélia Camarano, acredita que a revisão da idade mínima beneficia não só a Previdência, mas também os idosos que permanecem no mercado de trabalho por mais tempo. Ainda segundo ela, não mudar as aposentadorias agora coloca o Brasil na mesma linha de estagnação em que se encontra a França. Ana Amélia afirmou que, nos dias atuais, a saída do mercado de trabalho significa desintegração social e, consequentemente, cresce o número de aposentados que sofre de problemas como alcoolismo, depressão e suicídio.
O estudo do IPEA aponta a tendência de crescimento na população com mais de 20 anos. O levantamento demonstra que o contingente populacional do Brasil aumentou de 1,7 milhão em 1940 para cerca de 21,5 milhões no ano passado. Enquanto a população menor de 20 anos diminuiu em termos absolutos e relativos.
Segundo o economista da Corretora Nunes & Grossi, Keyton Pedreira, estipular uma idade mínima para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) seria uma medida mais eficaz no longo prazo. "Entendo que é uma discussão técnica e política, já que não é uma solução popular, mas vai dar mais sustentabilidade à Previdência", disse. Isto por que a medida de elevação da idade mínima para a aposentadoria compulsória, para 65 anos, atingiria um percentual muito pequeno da população, de forma que não representaria uma diferença substancial nas contas da Previdência.
A coordenadora de População e Cidadania do Instituto, Ana Amélia Camarano, acredita que a revisão da idade mínima beneficia não só a Previdência, mas também os idosos que permanecem no mercado de trabalho por mais tempo. Ainda segundo ela, não mudar as aposentadorias agora coloca o Brasil na mesma linha de estagnação em que se encontra a França. Ana Amélia afirmou que, nos dias atuais, a saída do mercado de trabalho significa desintegração social e, consequentemente, cresce o número de aposentados que sofre de problemas como alcoolismo, depressão e suicídio.
O estudo do IPEA aponta a tendência de crescimento na população com mais de 20 anos. O levantamento demonstra que o contingente populacional do Brasil aumentou de 1,7 milhão em 1940 para cerca de 21,5 milhões no ano passado. Enquanto a população menor de 20 anos diminuiu em termos absolutos e relativos.
22 de outubro de 2010
Furto de carros faz USP pedir ajuda à Policia Militar
O número de furtos de carros na Cidade Universitária, zona oeste de São Paulo, mais que triplicou neste ano e a Polícia Militar teve de ser acionada pela reitoria da USP. Desde o início da semana, 15 PMs e guardas da instituição fazem duas blitz diárias no campus. Até então, eram esporádicas no local.
De janeiro a setembro do ano passado, ladrões furtaram 23 carros na universidade. No mesmo período deste ano já foram 77 casos, conforme dados da Coordenadoria do Campus da Capital.
Uma das vítimas foi o estudante de administração José Dias Pinto, 21. "Fui para a aula e quando voltei meu carro não estava". O Crossfox foi levado há cerca de um mês.
O aumento dos furtos vai na contramão dos índices da capital. No primeiro semestre (último dado divulgado pelo governo), houve redução de 8% nesse tipo de ocorrência. Na própria USP, os crimes estavam diminuindo. Outros furtos e roubos --quando há ameaça à vítima-- tiveram uma queda de até 66%.
Para a reitoria, uma quadrilha especializada está agindo. Segundo a USP, seu setor de segurança, com a ajuda da polícia, procura desvendar como é o modo de atuação do grupo, já que ele tem conseguido "driblar o sistema de monitoramento e controle" do órgão.
Desde 2006, a USP iniciou a instalação de câmeras. Hoje, 85 estão em operação. Na Cidade Universitária, por onde circulam 110 mil pessoas por dia, há 60 guardas desarmados.
A PM diz que foi chamada pela USP para fazer as blitz. Já a universidade alega que há uma ação conjunta entre a polícia e a guarda. Nas blitz, os policiais verificam documentos de veículos, se o condutor é procurado pela polícia ou se o carro tem queixa de roubo.
Até ontem, cinco pessoas que estão em liberdade condicional tinham sido encontradas. Nenhuma delas foi detida porque não estavam cometendo crimes. Porém, diz a polícia, elas não tinham motivos para circular por ali.
Sindicalistas reclamaram da ação da PM no campus. "A USP gasta com segurança privada, não precisa de polícia", diz a diretora do Sindicato dos Trabalhadores da USP, Neli Wada.
Para o presidente da Associação dos Docentes, João Zanetic, a ação deveria ser discutida com a comunidade.
De janeiro a setembro do ano passado, ladrões furtaram 23 carros na universidade. No mesmo período deste ano já foram 77 casos, conforme dados da Coordenadoria do Campus da Capital.
Uma das vítimas foi o estudante de administração José Dias Pinto, 21. "Fui para a aula e quando voltei meu carro não estava". O Crossfox foi levado há cerca de um mês.
O aumento dos furtos vai na contramão dos índices da capital. No primeiro semestre (último dado divulgado pelo governo), houve redução de 8% nesse tipo de ocorrência. Na própria USP, os crimes estavam diminuindo. Outros furtos e roubos --quando há ameaça à vítima-- tiveram uma queda de até 66%.
Para a reitoria, uma quadrilha especializada está agindo. Segundo a USP, seu setor de segurança, com a ajuda da polícia, procura desvendar como é o modo de atuação do grupo, já que ele tem conseguido "driblar o sistema de monitoramento e controle" do órgão.
Desde 2006, a USP iniciou a instalação de câmeras. Hoje, 85 estão em operação. Na Cidade Universitária, por onde circulam 110 mil pessoas por dia, há 60 guardas desarmados.
A PM diz que foi chamada pela USP para fazer as blitz. Já a universidade alega que há uma ação conjunta entre a polícia e a guarda. Nas blitz, os policiais verificam documentos de veículos, se o condutor é procurado pela polícia ou se o carro tem queixa de roubo.
Até ontem, cinco pessoas que estão em liberdade condicional tinham sido encontradas. Nenhuma delas foi detida porque não estavam cometendo crimes. Porém, diz a polícia, elas não tinham motivos para circular por ali.
Sindicalistas reclamaram da ação da PM no campus. "A USP gasta com segurança privada, não precisa de polícia", diz a diretora do Sindicato dos Trabalhadores da USP, Neli Wada.
Para o presidente da Associação dos Docentes, João Zanetic, a ação deveria ser discutida com a comunidade.
19 de outubro de 2010
Aprovada súmula sobre seguro de veículo transferido sem aviso
A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou nova súmula que trata da persistência da obrigação da seguradora em indenizar, mesmo que o veículo seja transferido sem comunicação prévia, ainda que esta seja exigida no contrato. O texto excetua a obrigação apenas se a transferência significar aumento real do risco envolvido no seguro.
Diz a Súmula n. 465: “Ressalvada a hipótese de efetivo agravamento do risco, a seguradora não se exime do dever de indenizar em razão da transferência do veículo sem a sua prévia comunicação”.
O projeto de súmula foi relatado pelo ministro João Otávio de Noronha, e se fundamenta nos artigos 1.432, 1.443 e 1.463 do Código Civil de 1916; e 757, 765 e 785 do Código Civil de 2002. Os precedentes citados datam desde 2000.
No mais recente, em 2010, o ministro Aldir Passarinho Junior, da Quarta Turma, afirma que não se justifica tornar sem efeito o contrato de seguro apenas em razão da ausência de comunicação da transferência do veículo. Conforme o relator, mesmo que o contrato exija a comunicação prévia da mudança, deve ser feito um exame concreto das situações envolvidas para autorizar a exclusão da responsabilidade da seguradora, que recebeu o pagamento do prêmio. A obrigação poderia ser excluída em caso de má-fé ou aumento do risco segurado.
Em outro precedente citado, do ministro Humberto Gomes de Barros, atualmente aposentado, a Terceira Turma afirmou que “a transferência da titularidade do veículo segurado sem comunicação à seguradora, por si só, não constitui agravamento do risco”.
Já a Terceira Turma, em voto da ministra Nancy Andrighi, estabeleceu que, “na hipótese de alienação de veículo segurado, não restando demonstrado o agravamento do risco, a seguradora é responsável perante o adquirente pelo pagamento da indenização devida por força do contrato de seguro.”
A súmula foi aprovada pela Segunda Seção no dia 13 de outubro.
REsp 302662 - Resp 600788 - Resp 188694 - Resp 771375
Diz a Súmula n. 465: “Ressalvada a hipótese de efetivo agravamento do risco, a seguradora não se exime do dever de indenizar em razão da transferência do veículo sem a sua prévia comunicação”.
O projeto de súmula foi relatado pelo ministro João Otávio de Noronha, e se fundamenta nos artigos 1.432, 1.443 e 1.463 do Código Civil de 1916; e 757, 765 e 785 do Código Civil de 2002. Os precedentes citados datam desde 2000.
No mais recente, em 2010, o ministro Aldir Passarinho Junior, da Quarta Turma, afirma que não se justifica tornar sem efeito o contrato de seguro apenas em razão da ausência de comunicação da transferência do veículo. Conforme o relator, mesmo que o contrato exija a comunicação prévia da mudança, deve ser feito um exame concreto das situações envolvidas para autorizar a exclusão da responsabilidade da seguradora, que recebeu o pagamento do prêmio. A obrigação poderia ser excluída em caso de má-fé ou aumento do risco segurado.
Em outro precedente citado, do ministro Humberto Gomes de Barros, atualmente aposentado, a Terceira Turma afirmou que “a transferência da titularidade do veículo segurado sem comunicação à seguradora, por si só, não constitui agravamento do risco”.
Já a Terceira Turma, em voto da ministra Nancy Andrighi, estabeleceu que, “na hipótese de alienação de veículo segurado, não restando demonstrado o agravamento do risco, a seguradora é responsável perante o adquirente pelo pagamento da indenização devida por força do contrato de seguro.”
A súmula foi aprovada pela Segunda Seção no dia 13 de outubro.
REsp 302662 - Resp 600788 - Resp 188694 - Resp 771375
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