Don Bailey, consultor sênior em segurança na ISEC, empresa de consultoria em segurança e infraestrutura, diz ter descoberto como arrombar carros enviando SMS pelo celular. O americano demonstrou a habilidade durante a Black Hat Conference, em Las Vegas.
Por motivos de segurança, o consultor se recusou a revelar quais modelos ou fabricantes estão suscetíveis a essas invasões. Don revelou que o mesmo truque pode ser usado para invadir telefones, máquinas de atendimento e até sistemas industriais de hidroelétricas.
Bailey utilizou um software de rastreamento chamado Zoombak. O sistema funciona da seguinte maneira: o dispositivo deve ficar dentro do carro. Para encontrá-lo, você envia um SMS pelo celular ou email e recebe de volta a localização do veículo.
O programa à base de GPS guarda informações como o histórico completo dos locais por onde o carro costuma passar. A cada cinco minutos, o Zoombak envia para o banco de dados a localização atual do veículo cadastrado. O consultor explicou que adaptar a tecnologia para modificar a trava dos carros foi fácil. Assim que viu a divulgação na TV, pensou “isso é perigoso, qualquer um pode invadir esse sistema”. Foi quando decidiu testar.
De acordo com Don, a invasão só funciona porque alguns componentes eletrônicos, como as travas elétricas dos carros aceitam sinais wireless que são vulneráveis a interferência. Bailey também disse que para proteger os carros definitivamente, os fabricantes deveriam comprar peças mais caras que garantiriam uma segurança mais efetiva.
http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/08/especialista-descobre-como-arrombar-carros-com-sms.html
5 de agosto de 2011
8 de junho de 2011
Contran proíbe instalação de farol de xênon
Contran proíbe instalação de farol de xênon
A instalação de faróis de xênon --gás xenônio-- em veículos foi proibida pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) em todo o país. A resolução 384 foi publicada na terça-feira (7) no Diário Oficial da União.
Segundo o Contran, a proibição das potentes lâmpadas de xênon --iluminam até três vezes mais que faróis normais-- foi implantada por um quesito de segurança: a luz forte pode ofuscar a visão dos motoristas e causar acidentes.
A resolução permite a substituição dos faróis de xênon em veículos que possuem os modelos em seus projetos originais. Os carros novos fabricados antes da norma também estão liberados.
O dispositivo chegou a ser proibido pelo Contran em 2009, mas foi liberado após regulamentação que estabelece limites de intensidade de luz.
Os kits de farol de xênon podem custar até R$ 2.000, dependendo do grau de iluminação. O dispositivo virou moda entre os amantes de carros tunados pelo aspecto estético. A instalação irregular do modelo resulta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
ACESSÓRIOS
De acordo com o Contran, a colocação de adesivos, pinturas, películas ou qualquer outro material nos dispositivos de iluminação de veículos --conhecidas como máscaras-- também foi proibida na terça.
fonte Folha de Sao Paulo 08/06/2011
A instalação de faróis de xênon --gás xenônio-- em veículos foi proibida pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) em todo o país. A resolução 384 foi publicada na terça-feira (7) no Diário Oficial da União.
Segundo o Contran, a proibição das potentes lâmpadas de xênon --iluminam até três vezes mais que faróis normais-- foi implantada por um quesito de segurança: a luz forte pode ofuscar a visão dos motoristas e causar acidentes.
A resolução permite a substituição dos faróis de xênon em veículos que possuem os modelos em seus projetos originais. Os carros novos fabricados antes da norma também estão liberados.
O dispositivo chegou a ser proibido pelo Contran em 2009, mas foi liberado após regulamentação que estabelece limites de intensidade de luz.
Os kits de farol de xênon podem custar até R$ 2.000, dependendo do grau de iluminação. O dispositivo virou moda entre os amantes de carros tunados pelo aspecto estético. A instalação irregular do modelo resulta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
ACESSÓRIOS
De acordo com o Contran, a colocação de adesivos, pinturas, películas ou qualquer outro material nos dispositivos de iluminação de veículos --conhecidas como máscaras-- também foi proibida na terça.
fonte Folha de Sao Paulo 08/06/2011
30 de maio de 2011
Furto de Veiculos em Sao Paulo (Bairros)
28 de dezembro de 2010
Grupo rouba 15 carros em estacionamento na zona oeste de SP
28/12/2010 - 13h02
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Um grupo de aproximadamente 20 criminosos roubou aproximadamente 15 carros em um estacionamento na rua Doutor Miranda de Azevedo, no bairro da Vila Pompeia, zona oeste de São Paulo, na noite de segunda-feira (27), de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública).
O dono do estacionamento não soube dizer a quantidade exata de carros roubados, nem os modelos ou placas.
Segundo a secretaria, um funcionário do estabelecimento informou à Polícia Militar que um homem em carro Vectra preto com vidros escuros entrou no estacionamento e perguntou o preço. Durante o atendimento, cerca de 20 homens entraram e anunciaram o assalto. Dois dos criminosos estavam armados, informou a SSP.
No total, foram levados cerca de 15 veículos, dois celulares e R$ 300. Um Gol prata que foi roubado na ação foi encontrado minutos depois.
O caso foi registrado no 7º DP (Lapa).
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Um grupo de aproximadamente 20 criminosos roubou aproximadamente 15 carros em um estacionamento na rua Doutor Miranda de Azevedo, no bairro da Vila Pompeia, zona oeste de São Paulo, na noite de segunda-feira (27), de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública).
O dono do estacionamento não soube dizer a quantidade exata de carros roubados, nem os modelos ou placas.
Segundo a secretaria, um funcionário do estabelecimento informou à Polícia Militar que um homem em carro Vectra preto com vidros escuros entrou no estacionamento e perguntou o preço. Durante o atendimento, cerca de 20 homens entraram e anunciaram o assalto. Dois dos criminosos estavam armados, informou a SSP.
No total, foram levados cerca de 15 veículos, dois celulares e R$ 300. Um Gol prata que foi roubado na ação foi encontrado minutos depois.
O caso foi registrado no 7º DP (Lapa).
2 de dezembro de 2010
Médicos credenciados elegem piores planos de saúde
Fonte: Estadão
Pesquisa divulgada ontem revela quais são os piores planos de saúde na opinião dos médicos credenciados. Mais de 90% dos 2.184 entrevistados em todo o País disseram sofrer interferência das operadoras em sua autonomia profissional. Para esses médicos, os principais problemas são a recusa de pagamento de consultas e procedimentos realizados (78%), pressão para reduzir o número de exames (75%) e restrições a doenças pré-existentes (70%).
Citada em todas as sete categorias, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) se destacou como a operadora que mais interfere na autonomia do médico. A Amil, mencionada em cinco aspectos, é a segunda marca com maior presença. Bradesco Saúde é lembrado entre os planos que mais interferem em período de internação pré-operatório, restrições para doenças pré-existentes e atos diagnósticos e terapêuticos mediante a designação de auditores. Já a Sul América está na primeira posição em recusa de pagamento de procedimentos, ao lado de Cassi e Amil.
Tendo como referência uma escala de 0 a 10, os médicos atribuíram, em média, nota 5 para as operadoras. O levantamento foi feito pelo Datafolha a pedido da Associação Paulista de Medicina (APM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB). Foram entrevistados médicos que tenham trabalhado com, no mínimo, três planos ou seguros saúde nos últimos cinco anos. A margem de erro é de cinco pontos porcentuais para mais ou para menos.
Os resultados são similares aos de uma pesquisa feita no Estado de São Paulo e divulgada pela APM em setembro. "Até as operadoras citadas são as mesmas. Parece haver uma conduta generalizada de algumas empresas", afirma Jorge Curi, presidente da entidade. Para ele, os dados revelados na pesquisa e a mobilização de diversas especialidades médicas para reivindicar reajustes na remuneração paga aos médicos são sinais de que o sistema de saúde suplementar está entrando em colapso.
Respostas
A Sul America diz que participa dos debates liderados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) sobre os modelos de remuneração dos prestadores de serviços. A Cassi diz estar surpresa com os resultados, pois, segundo relatório da ANS, os valores pagos por ela aos médicos estão alinhados com a média de mercado. Ressalta ainda que pesquisa realizada com usuários apontou 88% de satisfação. A Amil diz oferecer os melhores recursos na gestão da saúde de seus beneficiários e cumprir as determinações da ANS. Procurado, Bradesco Saúde não se manifestou.
Pesquisa divulgada ontem revela quais são os piores planos de saúde na opinião dos médicos credenciados. Mais de 90% dos 2.184 entrevistados em todo o País disseram sofrer interferência das operadoras em sua autonomia profissional. Para esses médicos, os principais problemas são a recusa de pagamento de consultas e procedimentos realizados (78%), pressão para reduzir o número de exames (75%) e restrições a doenças pré-existentes (70%).
Citada em todas as sete categorias, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) se destacou como a operadora que mais interfere na autonomia do médico. A Amil, mencionada em cinco aspectos, é a segunda marca com maior presença. Bradesco Saúde é lembrado entre os planos que mais interferem em período de internação pré-operatório, restrições para doenças pré-existentes e atos diagnósticos e terapêuticos mediante a designação de auditores. Já a Sul América está na primeira posição em recusa de pagamento de procedimentos, ao lado de Cassi e Amil.
Tendo como referência uma escala de 0 a 10, os médicos atribuíram, em média, nota 5 para as operadoras. O levantamento foi feito pelo Datafolha a pedido da Associação Paulista de Medicina (APM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB). Foram entrevistados médicos que tenham trabalhado com, no mínimo, três planos ou seguros saúde nos últimos cinco anos. A margem de erro é de cinco pontos porcentuais para mais ou para menos.
Os resultados são similares aos de uma pesquisa feita no Estado de São Paulo e divulgada pela APM em setembro. "Até as operadoras citadas são as mesmas. Parece haver uma conduta generalizada de algumas empresas", afirma Jorge Curi, presidente da entidade. Para ele, os dados revelados na pesquisa e a mobilização de diversas especialidades médicas para reivindicar reajustes na remuneração paga aos médicos são sinais de que o sistema de saúde suplementar está entrando em colapso.
Respostas
A Sul America diz que participa dos debates liderados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) sobre os modelos de remuneração dos prestadores de serviços. A Cassi diz estar surpresa com os resultados, pois, segundo relatório da ANS, os valores pagos por ela aos médicos estão alinhados com a média de mercado. Ressalta ainda que pesquisa realizada com usuários apontou 88% de satisfação. A Amil diz oferecer os melhores recursos na gestão da saúde de seus beneficiários e cumprir as determinações da ANS. Procurado, Bradesco Saúde não se manifestou.
4 de novembro de 2010
Seguro de carro para pessoas com até 25 anos encareceu 20%, em média, em 2010
SÃO PAULO - Quem tem entre 18 e 25 anos de idade pagou mais caro para contratar uma apólice de seguro para veículos entre 2009 e 2010, segundo dados apurados pela EMB Consultoria.
De acordo com o levantamento da empresa, neste ano, este público desembolsou, em média, 20% mais na hora de proteger o automóvel. O motivo, conforme explica o consultor da EMB, Marcelo Figueiredo, é o perfil do condutor.
"São pessoas com menos experiência de direção, que dirigem mais durante a noite, entre outras coisas (...) Contudo, algumas seguradoras já estão dando de descontos de até 2% para quem faz, por exemplo, curso de direção defensiva".
O segundo grupo com maior aumento, ainda com base nos dados da EMB, foi o das pessoas de 36 a 40 anos, cuja alta ficou entre 5% e 7%.
O que encarece um seguro?
De acordo com especialistas, morar perto de bares, restaurantes, faculdades, entre outros locais, pode ser um fator de encarecimento do seguro de automóvel. Isso porque estes locais possuem grande concentração de veículos expostos, o que, por sua vez, favorece a ação de bandidos, aumentando, assim, o índice de roubos da região e, consequentemente, o valor do seguro.
Além disso e do perfil do segurado (se é homem ou mulher, solteiro ou não, idade …), outras variáveis também impactam bastante, como o local de trabalho do segurado e o modelo do veículo.
De acordo com o levantamento da empresa, neste ano, este público desembolsou, em média, 20% mais na hora de proteger o automóvel. O motivo, conforme explica o consultor da EMB, Marcelo Figueiredo, é o perfil do condutor.
"São pessoas com menos experiência de direção, que dirigem mais durante a noite, entre outras coisas (...) Contudo, algumas seguradoras já estão dando de descontos de até 2% para quem faz, por exemplo, curso de direção defensiva".
O segundo grupo com maior aumento, ainda com base nos dados da EMB, foi o das pessoas de 36 a 40 anos, cuja alta ficou entre 5% e 7%.
O que encarece um seguro?
De acordo com especialistas, morar perto de bares, restaurantes, faculdades, entre outros locais, pode ser um fator de encarecimento do seguro de automóvel. Isso porque estes locais possuem grande concentração de veículos expostos, o que, por sua vez, favorece a ação de bandidos, aumentando, assim, o índice de roubos da região e, consequentemente, o valor do seguro.
Além disso e do perfil do segurado (se é homem ou mulher, solteiro ou não, idade …), outras variáveis também impactam bastante, como o local de trabalho do segurado e o modelo do veículo.
27 de outubro de 2010
Idade mínima para Previdência será medida eficaz no longo prazo, diz especialista
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa (com 60 anos ou mais), que respondia por 7,9% da população brasileira em 1992, passou a responder por 11,4% em 2009. Baseada nisso, o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), sugeriu mudanças no sistema de Previdência, e entre as sugestões está uma revisão da idade mínima para aposentadoria e o fim das compulsórias.
Segundo o economista da Corretora Nunes & Grossi, Keyton Pedreira, estipular uma idade mínima para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) seria uma medida mais eficaz no longo prazo. "Entendo que é uma discussão técnica e política, já que não é uma solução popular, mas vai dar mais sustentabilidade à Previdência", disse. Isto por que a medida de elevação da idade mínima para a aposentadoria compulsória, para 65 anos, atingiria um percentual muito pequeno da população, de forma que não representaria uma diferença substancial nas contas da Previdência.
A coordenadora de População e Cidadania do Instituto, Ana Amélia Camarano, acredita que a revisão da idade mínima beneficia não só a Previdência, mas também os idosos que permanecem no mercado de trabalho por mais tempo. Ainda segundo ela, não mudar as aposentadorias agora coloca o Brasil na mesma linha de estagnação em que se encontra a França. Ana Amélia afirmou que, nos dias atuais, a saída do mercado de trabalho significa desintegração social e, consequentemente, cresce o número de aposentados que sofre de problemas como alcoolismo, depressão e suicídio.
O estudo do IPEA aponta a tendência de crescimento na população com mais de 20 anos. O levantamento demonstra que o contingente populacional do Brasil aumentou de 1,7 milhão em 1940 para cerca de 21,5 milhões no ano passado. Enquanto a população menor de 20 anos diminuiu em termos absolutos e relativos.
Segundo o economista da Corretora Nunes & Grossi, Keyton Pedreira, estipular uma idade mínima para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) seria uma medida mais eficaz no longo prazo. "Entendo que é uma discussão técnica e política, já que não é uma solução popular, mas vai dar mais sustentabilidade à Previdência", disse. Isto por que a medida de elevação da idade mínima para a aposentadoria compulsória, para 65 anos, atingiria um percentual muito pequeno da população, de forma que não representaria uma diferença substancial nas contas da Previdência.
A coordenadora de População e Cidadania do Instituto, Ana Amélia Camarano, acredita que a revisão da idade mínima beneficia não só a Previdência, mas também os idosos que permanecem no mercado de trabalho por mais tempo. Ainda segundo ela, não mudar as aposentadorias agora coloca o Brasil na mesma linha de estagnação em que se encontra a França. Ana Amélia afirmou que, nos dias atuais, a saída do mercado de trabalho significa desintegração social e, consequentemente, cresce o número de aposentados que sofre de problemas como alcoolismo, depressão e suicídio.
O estudo do IPEA aponta a tendência de crescimento na população com mais de 20 anos. O levantamento demonstra que o contingente populacional do Brasil aumentou de 1,7 milhão em 1940 para cerca de 21,5 milhões no ano passado. Enquanto a população menor de 20 anos diminuiu em termos absolutos e relativos.
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